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A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) inaugurou nesta quinta-feira (20/02) o novo alojamento do Grupo de Intervenção Penitenciária (GIP) no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado no Km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista). Os trabalhos foram realizados em parceria com a empresa de cogestão Reviver Administração Prisional Privada.

O novo espaço foi totalmente revitalizado visando oferecer um ambiente de trabalho confortável e digno aos integrantes do GIP, com direito a copa, área de descanso e sala de instrução.

O titular da Seap, coronel Vinícius Almeida, conheceu as novas instalações e destacou o trabalho realizado pelo GIP em todas as unidades penitenciárias. “Demos mais um passo importante dentro do sistema prisional. Hoje realizamos a entrega do alojamento para o GIP, que é responsável pela atuação imediata dentro dos presídios, garantindo mais segurança aos nossos colaboradores, evitando que sinistros possam acontecer sem um pronto-atendimento”, disse.

Para o diretor do Compaj, Lucas Maceda, a inauguração do alojamento consiste em dar melhores condições de descanso e de estada aos policiais militares durante o serviço. “Para quando for necessária a atuação deles, todos estejam prontos a operar da melhor forma possível”, comentou. A solenidade contou com a presença da promotora de Justiça, Christianne Corrêa, titular da 24ª Promotoria de Execuções Penais.

GIP – O grupo foi criado em 2019 após uma parceria entre a Seap e a Polícia Militar do Amazonas (PMAM). O objetivo do GIP é atuar em situações isoladas dentro do ambiente prisional com a maior eficiência e no menor espaço de tempo toda vez que for necessário restabelecer a ordem, a disciplina e a segurança interna.

Revitalização – Os serviços de reforma e construção do novo alojamento contaram com o trabalho de 30 reeducandos da própria unidade prisional. Todos participam do projeto de ressocialização “Trabalhando a Liberdade”, criado pela atual gestão da Seap em 2019.

Com o desenvolvimento das atividades laborais, os reeducandos têm direito à remição da pena pelo trabalho não remunerado, em conformidade com a Lei de Execução Penal (LEP), que prevê a redução de um dia da pena a cada três dias trabalhados.

FOTOS: Divulgação/Seap

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