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Aulas do “Musicalizando” acontecem há 12 anos, na Escola Estadual (EE) Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro

“Eu gosto de artes e de música. Acho que traz diversão, a vida fica mais legal, mais colorida e animada”. É assim que a estudante Anita Ruiz, de 10 anos, se sente com as aulas de ukulele do “Musicalizando”, de que participa na Escola Estadual (EE) Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro. Ela e outros 11 colegas do 5º e 6º ano do Ensino Fundamental tocam o instrumento nas aulas do projeto, idealizado pelo professor de Artes da unidade escolar, Izaías Farias, que ainda ensina violão, canto e percussão.

Farias conta que o “Musicalizando” começou há 12 anos. Desde então, diversas turmas dos ensinos Fundamental e Médio passaram pela sala de música da unidade para aprender sobre partituras, instrumentos e tudo o que envolve o segmento musical. O resultado das aulas já foi visto em apresentações na própria escola e em outros órgãos, como o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), quando foram reconhecidos pelo trabalho inclusivo com alunos com deficiência.

O professor se diz satisfeito em poder levar arte para os estudantes. “A arte influencia de forma fundamental na vida dos alunos. As atividades culturais e artísticas, assim como as esportivas, são um complemento muito bom para o aprendizado. Todo aluno que tem esse ensino integral agregado tem melhor sociabilização, concentração e desempenho de raciocínio lógico. A escola poder oferecer isso para os estudantes é muito importante”, opina.

As turmas são compostas de 12 a 15 alunos. Alguns estudantes têm o próprio instrumento, e os que não têm usam os adquiridos pela escola. Para Farias, o importante é que o aluno tenha interesse e participe, como é o caso de Débora Matheus, de 12 anos, que está no segundo ano do projeto, tocando ukulele. Em 2021, ela vai iniciar as aulas de violão.

“Eu resolvi tocar ukulele porque a maior parte da minha família toca algum instrumento, e eu decidi tocar algum. Queria tocar violão, mas minhas mãos eram muito pequenas, e eu comecei no ukulele, depois vou passar para o violão. Acho que a música muda a gente, quem sabe eu sigo carreira e um dia toque no Teatro Amazonas”, almeja a estudante.

O colega dela, Augusto Costa, de 11 anos, percebe que consegue se expressar melhor desde que começou a tocar um instrumento e estudar música. “Eu pretendo aprender outros instrumentos depois, porque fez diferença para mim, na comunicação. Eu gosto de tocar tudo e ouvir de tudo também, acho que me faz muito bem”, observa.

Apresentações – Todos os anos, as turmas se apresentam no auditório da escola e no encerramento das aulas. Neste ano, devido à pandemia, as apresentações estão suspensas. Entretanto, as aulas seguem, respeitando o distanciamento e os protocolos de segurança em saúde estabelecidos pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto.

FOTOS: Lincoln Ferreira/Seduc-AM

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