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O Centro Estadual de Convivência da Família (CECF) Magdalena Arce Daou, localizado no bairro Santo Antônio, zona oeste de Manaus, realizou o Carnaval da Família na quarta-feira (19/02) com muitas cores e participações de bandas. A folia foi desenvolvida enfocando o fortalecimento de vínculos, o protagonismo de idosos e a inclusão de crianças e adultos com deficiência. O Carnaval da Família acontece há oito anos no local e sempre traz alegria para todos os que frequentam a festa.

“O maior foco do Carnaval da Família é a aproximação de todos, trazer a alegria para os moradores da área e os frequentadores do Centro para que assim sejam criados laços que perdurem a vida toda, além da inclusão e aproximação dos idosos e da nossa parceria com o Abrigo Moacyr Alves”, comentou a diretora do CECF Magdalena Arce Daou, Leila Bena.

Um dos destaques da festa foi a apresentação das Borboletas na Folia, um bloco com 60 idosas entre 50 e 86 anos, que existe há quatro anos. O grupo nasceu quando Alvina Canto, coordenadora das Borboletas, dava aulas de pintura em tecido como voluntária do CECF e conheceu um grupo de amigas. Juntas, decidiram fundar o Bloco das Borboletas, que, além do mostrar as folias carnavalescas também dançam carimbó e participam de festivais por toda a cidade.

Conscientização – Os coordenadores do Carnaval da Família do CECF Magdalena Arce Daou aproveitaram o clima de folia que atrai muitas pessoas para aquele equipamento social para realizar palestras sobre os ricos de Aids e das Infecções Sexualmente Transmissíveis ISTs (ISTs) para jovens e adultos.

A Secretaria de Estado Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) também marcou presença com a ação “Mãos que cuidam”, movimentando o Centro de Convivência com corte de cabelo feminino e masculino e esmaltação.

A brincadeira contou com a presença das bandas Samba da Gente e do Abrigo Moacyr Alves, esta última de um grupo que faz parte do projeto “Tocando a Alma”, constituído por voluntários e acolhidos do abrigo.

A responsável pele projeto, a neuropsicóloga Hannan Fernandes explicou que o projeto estimula a musicalidade e a socialização dos integrantes da banda. “A banda foi criada para aproximar a sociedade da instituição e é de certa forma uma maneira de incluir os acolhidos do abrigo ao mundo aqui de fora”, explicou.

FOTOS: DIVULGAÇÃO/SEAS

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